quinta-feira, 21 de junho de 2012


DICA:

F E S T A     J U N I N A

Uma boa oportunidade para resgatar os Saberes Populares

 
Projeto Cultura Novabelenense:

 Apresentação:

Este projeto foi elaborado com objetivo de resgatar a cultura regional do nosso município, já que esses costumes estão sendo esquecidos principalmente pelo povo novabelenense e pouco conhecidos para o público mais jovem.

 Justificativa:

Resgatar a cultura e os valores da nossa região.  

 Público alvo:

Toda a comunidade escolar

 Responsáveis pelo projeto:

SEMEC, Diretores, Pedagogos, Professores, Serviçais, Ajudantes de Serviços Gerais e Alunos.

Tema:

Festa Junina.

Objetivo:

Valorizar o interesse pela cultura novabelenense.

Metodologia:

Pesquisa (levantamento de dados)

Resgatar Saberes Populares

Danças e músicas

Dramatizações

Leituras de cordel

Recursos:

Ornamentação do ambiente

Som e música

Comidas típicas

Artesanatos

Culminância:

Dramatizações, barracas típicas, quermesses, forro com quadrilha, recital da poesia de Cordel.

Avaliação:

Desempenho

Criatividade

Envolvimento


Desejamos que a festa junina traga mais fraternidade e alegria

ao povo novabelenense!

GRUPO 8:

Neide Maria Vial

Laudicéia Benício de Moraes Lopes

Quézia Ramos do Espírito Santo e Silva

Valdinéia Rosa de Morais Silva

segunda-feira, 18 de junho de 2012


Conhecimento científico e conhecimento popular



Quando tratam dos diferentes tipos de conhecimento, os manuais de metodologia, ciência ou filosofia geralmente opõem o conhecimento científico às formas de conhecimento popular, numa dicotomia aparentemente insuperável.

Há justificáveis razões para isso, afinal o conhecimento científico é sistemático, factual e aproximadamente exato, enquanto o saber popular é qualificado como subjetivo, assistemático, valorativo e inexato.

A ruptura entre conhecimento popular e científico (ou erudito e popular) em nossa cultura é uma herança da revolução científica no Ocidente, desde Copérnico, passando pelo pensamento inaugurador da modernidade, o Iluminismo. Mesmo na pós-modernidade, quando se relativizam as certezas e a própria noção de verdade, a ciência não perde seu papel central na cultura, atestando o saber que pode ser reconhecido como válido ou legítimo.

No entanto, embora possamos apontar diferenças entre as duas formas de saber, é preciso reconhecer que o primado do científico em detrimento do popular é produto de um auto centrismo cultural, que invalida todo saber produzido fora dos ambientes legítimos.

Dois exemplos, em dois ambientes diferentes: a sala de aula e o consultório médico. No consultório, frequentemente se percebe o embate entre os saberes popular (trazidos pelo paciente, sobretudo de camadas menos abastadas da sociedade, com suas etiologias e receitas próprias para cura) e científico (materializado pelo médico, detentor de um conhecimento legítimo que o autoriza a diagnosticar e tratar). Na sala de aula, o professor também é detentor de um conhecimento legítimo (domina um código particular, a linguagem escrita, e também formas de saber-fazer) que se confronta com o saber do aluno, oriundo de sua própria experiência, visão de mundo e cultura.

Felizmente, hoje, as diversas áreas "canônicas" de saber (como educação e saúde) tem procurado reintegrar os saberes populares, vendo-os como diferentes, mas não necessariamente opostos. A área farmacêutica tem aprendido muito, para dar um exemplo, com os conhecimentos tradicionais dos povos ameríndios. Da mesma forma, a educação tem ampliado seu olhar para incorporar o diferente e perceber que não há uma só "metodologia" possível.


Grupo 8

Quézia Ramos do Espírito Santo Silva

Valdinéia Rosa de Moraes Silva

Laudicéia Benicio de Moraes Lopes

Neide Maria Vial

domingo, 17 de junho de 2012

SENSO COMUM E CONHECIMENTO CIENTÍFICO


Grupo 3:




"De nada valem as ideias sem homens que possam pô-las em prática." [Karl Marx]



SENSO COMUM E CONHECIMENTO CIENTÍFICO


SENSO COMUM No seu dia-a-dia, o homem adquire espontaneamente um modo de entender e atuar sobre a realidade. Algumas pessoas, por exemplo, não passam por baixo de escadas, porque acreditam que dá azar; se quebrarem um espelho, sete anos de azar. Algumas confeiteiras sabem que o forno não pode ser aberto enquanto o bolo está assando, senão ele "embatuma", sabem também que a determinados pratos, feitos em banho-maria, devem-se acrescentar umas gotas de vinagre ou de limão para que a vasilha de alumínio não fique escura. Como aprenderam estas informações? Elas foram sendo passadas de geração a geração. Elas não só foram assimiladas, mas também transformadas, contribuindo assim para a compreensão da realidade. Assim, se o conhecimento é produto de uma prática que se faz social e historicamente, todas as explicações para a vida, para as regras de comportamento social, para o trabalho, para os fenômenos da natureza, etc., passam a fazer parte das explicações para tudo o que observamos e experienciamos. Todos estes elementos são assimilados ou transformados de forma espontânea. Por isso, raramente há questionamentos sobre outras possibilidades de explicações para a realidade. Acostumamo-nos a uma determinada compreensão de mundo e não mais questionamos; tornamo-nos "conformistas de algum conformismo". São inúmeros os exemplos presentes na vida social, construídos pelo "ouvi dizer", que formam uma visão de mundo fragmentada e assistemática. Mesmo assim, é uma forma usada pelo homem para tentar resolver seus problemas da vida cotidiana. Isso tudo é denominado de senso comum ou conhecimento espontâneo. Portanto, podemos dizer que o senso comum é o conhecimento acumulado pelos homens, de forma empírica, porque se baseia apenas na experiência cotidiana, sem se preocupar com o rigor que a experiência científica exige e sem questionar os problemas colocados justamente pelo cotidiano. Portanto, é também um saber ingênuo uma vez que não possui uma postura crítica. "Em geral, as pessoas percebem que existe uma diferença entre o conhecimento do homem do povo, às vezes até cheio de experiências, mas que não estudou, e o conhecimento daquele que estudou determinado assunto. E a diferença é que o conhecimento do homem do povo foi adquirido espontaneamente, sem muita preocupação com método, com crítica ou com sistematização. Ao passo que o conhecimento daquele que estudou algo foi obtido com esforço, usando-se um método, uma crítica mais pensada e uma organização mais elaborada dos conhecimentos.” (LARA, p 56, 1983). Porém, é importante destacar que o senso comum é uma forma válida de conhecimento, pois o homem precisa dele para encaminhar, resolver ou superar suas necessidades do dia-a-dia. Os pais, por exemplo, educam seus filhos mesmo não sendo psicólogos ou pedagogos, e nem sempre os filhos de pedagogos ou psicólogos são mais bem educados. O senso comum é ainda subjetivo ao permitir a expressão de sentimentos, opiniões e de valores pessoais quando observamos as coisas à nossa volta. Por exemplo: a) se uma determinada pessoa não nos agrada, mesmo que ela tenha um grande valor profissional, torna-se difícil reconhecer este valor. (Neste caso, a antipatia por esta determinada pessoa nos impede de reconhecer a sua capacidade) os hindus consideram a vaca um animal sagrado, enquanto nós, ocidentais, concebemos este animal apenas como um fornecedor de carne, leite, etc. Por essa razão os consideramos ignorantes e ridículos, pois tendemos a julgar os povos, que possuem uma cultura diferente da nossa, a partir do nosso entendimento valorativo. Levando-se em conta a reflexão feita até aqui, podemos considerar o senso comum como sendo uma visão de mundo precária e fragmentada. Mesmo possuindo o seu valor enquanto processo de construção do conhecimento, ele deve ser superado por um conhecimento que o incorpore, que se estenda a uma concepção crítica e coerente4 e que possibilite, até mesmo, o acesso a um saber mais elaborado, como as ciências sociais. CONHECIMENTO CIENTÍFICO Os Gregos, na antiguidade, buscavam através do uso da razão, a superação do mito ou do saber comum. O avanço na produção do conhecimento, conseguido por esses pensadores, foi estabelecer vínculo entre ciência e pensamento sistematizado (filosofia, sociologia...), que perdurou até o início da Idade Moderna. A partir daí, as relações dos homens tornaram-se mais complexas bem como toda a forma de produzir a sua sobrevivência. Gradativamente, houve um avanço técnico e científico, como a utilização da pólvora, a invenção da imprensa, a Física de Newton, a Astronomia de Galileu, etc. Foi no início do século XVII, quando o mundo europeu passava por profundas transformações, que o homem se tornou o centro da natureza (antropocentrismo). Acompanhando o movimento histórico, ele mudou toda a estrutura do pensamento e rompeu com as concepções de Aristóteles, ainda vigentes e defendidas pela Igreja, segundo as quais tudo era hierarquizado e imóvel, desde as instituições e até mesmo o planeta Terra. O homem passou, então, a ver a natureza como objeto de sua ação e de seu conhecimento, podendo nela interferir. Portanto, podia formular hipóteses e experimentá-las para verificar a sua veracidade, superando assim as explicações metafísicas e teológicas que até então predominavam. O mundo imóvel foi substituído por um universo aberto e infinito, ligado a uma unidade de leis. Era o nascimento da ciência enquanto um objeto específico de investigação, com um método próprio para o controle da produção do conhecimento. Portanto, podemos afirmar que o conhecimento científico é uma conquista recente da humanidade, pois tem apenas trezentos anos. Ele transformou-se numa prática constante, procurando afastar crenças supersticiosas e ignorância, através de métodos rigorosos, para produzir um conhecimento sistemático, preciso e objetivo que garanta prever acontecimento e agir de forma mais segura. Sendo assim, o que diferencia o senso comum do conhecimento científico é o rigor. Enquanto o senso comum é acrítico, fragmentado, preso a preconceitos e a tradições conservadoras, a ciência preocupa-se com as pesquisas sistemáticas que produzam teorias que revelem a verdade sobre a realidade, uma vez que a ciência produz o conhecimento a partir da razão. Desta forma, o cientista, para realizar uma pesquisa e torná-la científica, deve seguir determinados passos. Em primeiro lugar, o pesquisador deve estar motivado a resolver uma determinada situação-problema que, normalmente, é seguida , por algumas hipóteses. Usando sua criatividade, o pesquisador deve observar os fatos, coletar dados e então testar suas hipóteses, que poderão se transformar em leis e, posteriormente, ser incorporadas às teorias que possam explicar e prever os fenômenos. Porém, é fundamental registrar que a ciência não é somente acumulação de verdades prontas e acabadas. Neste caso, estaríamos refletindo sobre cientificismo e não ciência, mas tê-la como um campo sempre aberto às novas concepções e contestações sem perder de vista os dados, o rigor e a coerência e aceitando, que, o que prova que uma teoria é científica é o fato de ela ser falível e aceitar ser refutada. O CONHECIMENTO CIENTÍFICO PARA AUGUSTE COMTE Para Comte, o conhecimento científico é, baseado na observação dos fatos e nas relações entre fatos que são estabelecidas pelo raciocínio. Estas relações excluem tentativas de descobrir a origem, ou uma causa subjacente aos fenômenos, e são, na verdade, a descrição das leis que os regem. Comte afirma: "Nossas pesquisas positivas devem essencialmente reduzir-se, em todos os gêneros, à apreciação sistemática daquilo que é, renunciando a descobrir sua primeira origem e seu destino final". O conhecimento científico positivo, que estabelece as leis que regem os fenômenos de forma a refletir o modo como tais leis opera na natureza, tem, para Comte, ainda, duas características: é um conhecimento sempre certo, não se admitindo conjecturas, e é um conhecimento que sempre tem algum grau de precisão. Assim, Comte reforça a noção de que o conhecimento científico é um conhecimento que não admite dúvidas e indeterminações e desvincula-o de todo conhecimento especulativo. "Se, conforme a explicação precedente, as diversas ciências devem necessariamente apresentar uma precisão muito desigual, não resulta daí, de modo algum, sua certeza. Cada uma pode oferecer resultados tão certos como qualquer outra, desde que saiba encerrar suas conclusões no grau de precisão que os fenômenos correspondentes comportam condição nem sempre fácil de cumprir. Numa ciência qualquer, tudo o que é simplesmente conjectural é apenas mais ou menos provável, não está aí seu domínio essencial; tudo o que é positivo. isto é, fundado em fatos bem constatados, é certo - não há distinção a esse respeito".

Fragmento
Fonte: PALESTRA - RENATO RODRIGUES disponível em: http://www.sle.br/


segunda-feira, 21 de maio de 2012

Em pesquisas feitas, encontramos este documento que visando contribuir para a construção de mecanismos de preservação da cultura popular, nos mostra relatos de idosos que nos mostram a sua cultura, que mesmo sem escolaridade demonstram imensa sabedoria popular.
A IDENTIDADE SOCIAL DO IDOSO: MEMÓRIA
E CULTURA POPULAR
Silvane Aparecida de Freitas
Maria Jacira da Costa

“ Na antiguidade, a cultura de um povo era transmitida de pai para filho, de geração para geração,apenas por meio da oralidade, sendo a memória humana que conservava as histórias, as crenças, os costumes das pessoas, de indivíduos que viveram, participaram dessa esfera cultural e outros fatos relatados por seus antepassados. No entanto, com as transformações pela qual a sociedade brasileira passou, devido ao processo de industrialização e aos avanços tecnológicos, a humanidade tem buscado novas conquistas e descobertas que trazem ao homem atual facilidades que os antigos não tinham.
Partimos do princípio que todo ser humano tem sua cultura e a promove na medida em que se comunica com o outro. Consideramos que a cultura das pessoas menos escolarizadas é rica em sabedoria popular, brotada do senso comum, da intuição, que é a origem do conhecimento erudito. Ao buscar compreender a identidade cultural de pessoas com mais de sessenta anos, queremos também refletir sobre a educação, bem como os mecanismos internalizados e as contribuições que nos trouxeram. Sabemos que uma grande parte dessa geração não possuía conhecimento escolarizado devido à política, ao sistema de exclusão, e a cultura da época não valorizava esse tipo de conhecimento, já que a leitura e a escrita eram privilégios de poucos.”

João Batista, de 65 anos, fala da influência da luta sobre a natureza e a importância disso em nossas vidas:
“Lá na roça a gente sabe quando está para chover, é só olhar para lua e observar o círculo em torno dela, se estiver longe, significa que a chuva está próxima, se for o contrário significa que a chuva está longe. As fases da lua interferem muito sobre os nossos atos, a lua rege a nossa vida.”

Sebastião Jacinto de 80 anos que é enfático ao dizer que apesar do avanço que o mundo deu, muitas coisas mudaram para pior; as pessoas não têm mais sossego, andam todas tristes, violentas.
“Naquele tempo não existia as tecnologias que existe hoje, por isso as pessoas tinham outra mentalidade, com o aparecimento da luz elétrica e tudo o que ela proporciona como a televisão, as notícias, a moda, as pessoas perderam o interesse nas reuniões de fim de tarde, onde se falava desde assuntos de família até as anedotas, as piadas, os versos, as histórias populares que como consequência ficaram esquecidas e foram substituídas pelas novelas e os causos da atualidade. A maneira como as pessoas se divertiam antigamente era outra, os namorados só se comunicavam por olhares, sinais e gestos, nem pegar na mão podia. Antigamente, o homem apaixonado escrevia cartas de amor, poesias, verso, fazia serenata, tudo para conquistara mulher amada. Os casamentos eram para a vida toda, e quando acontecia separação, a mulher ficava mal vista e ganhava nome de mulher àtoa.”

Geralda Ferreira, 74 anos, se espanta com as mudanças e julga o progresso como algo negativo que acabou com as coisas boas do passado. Ela desabafa:
“Quando demorava a chover faziam-se promessas para combater a seca o povo se reunia, saia pelos campos em oração, havia as penitências como carregar pedra na cabeça e colocar ao pé da cruz, a reza do terço e, as prossições até a igreja. No meu tempo a quaresma era uma época em que as pessoas se apegavam em oração e jejum, diziam que as forças do mal se manifestavam com mais intensidade. Por isso, aparecia lobisomem e mula sem-cabeça, não havia festas e bailes. Na Sexta- Feira Santa, tinha todo um ritual, não se praticava a ordenha nas vacas, porque segundo diziam, ao invés de leite sairia sangue, cobriam-se todos os espelhos por que se olhasse veria outra imagem refletida e não a sua. A páscoa era comemorada junto com os familiares e não
havia esse comércio de chocolate como hoje em dia, presenteava-se com ovos decorados simbolizando a ressurreição de Jesus.”

Campanha de Valorização do Idoso, Governo de Minas Gerais

Grupo 9:

domingo, 6 de maio de 2012

SABERES POPULARES E SABERES CIENTÍFICOS


Saberes Populares e Saberes Científicos
Comodidade: 

Certamente as pesquisas científicas sempre buscam melhorar as situações trazendo assim mais comodidade ás pessoas.
Realmente as pesquisas científicas levam as pessoas a produzirem mais conhecimentos, trazendo melhorias e transformações na sociedade. Deste modo esta sociedade estará se enriquecendo, se informando, o que certamente propiciará maior comodidade para a vida das pessoas.

Imagens:

As imagens nos retratam o passado o presente e a melhoria do mundo com a ajuda da ciência.
Através das imagens percebemos as transformações que ocorrem com o passar dos tempos e assim podemos refletir sobre o quanto essas mudanças influenciaram e influenciam nossas vidas.

Tecnologia:

Acho que a ciência aliada á tantas tecnologias 'facilita" a vida das pessoas em várias áreas, por um lado é bom pois ajuda a agilizar nossas atividades e com isso ganhamos tempo, por outro lado as pessoas vão ficando acomodadas.
Atualmente a tecnologia está presente em nosso cotidiano o tempo todo e em todos os lugares. Penso que ela é de extrema importância para o desenvolvimento da sociedade.

Os conhecimentos que se acumulam no nosso cotidiano, de geração para geração, representa assim o saber popular de um indivíduo ou de um grupo. O saber popular pode variar de uma pessoa ou grupo para outro, dependendo do meio em que se vive.
O saber popular é subjetivo, qualitativo, heterogêneo, individualizado, mas também generalizado e identifica ciência como magia, é o que as pessoas pensam que é verdade e nasce da experiência cotidiana.
Para algumas pessoas, o saber popular é inferior á ciência, porém por muito tempo, as pessoas sobreviveram sem a ciência.
Já o saber científico procura explicar os acontecimentos e fatos de maneira racional, clara, objetiva, simples, verdadeira, opondo-se assim ao saber popular. É  um trabalho de investigação e pesquisa, baseado em métodos permitindo ao homem conhecer, dominar e transformar o mundo.
O saber científico é objetivo, quantitativo, homogêneo, generalizador, diferenciador e podemos citar alguns exemplos: aparentemente o sol move-se no céu, e podemos medir o tempo através desse movimento, mas na realidade, esse movimento 'aparente" do Sol é gerado pelo movimento de rotação da terra; os eclipses, terremotos, furações e outros fenômeno não são acontecimentos mágicos, pois podem ser explicados cientificamente, através das leis da física.
Assim, o saber popular e saber científico possuem a mesma necessidade básica, a necessidade de compreender o mundo para que se possa sobreviver e viver melhor.

Andréia Maria Alvarenga.


 Postado pelo grupo: 6 

Importância dos Saberes Populares


Escolhemos esse vídeo do trecho de uma reportagem exibida no programa Globo Repórter, pois ele trata justamente da importância e o resgate dos Saberes Populares para as ciências. Nós vemos nessa reportagem que os saberes populares do uso das ervas medicinais é levado para sala de aula assim não só os conservando, como deixando um legado para as próximas gerações.

Postagem do Grupo 7: Brunna Stefanya Leal Lima Cabral
Elisandra Flávia Souza e Silva
Letícia Rosângela de Andrade Santos Dutra
Rosimeire Rocha Lionel