terça-feira, 26 de junho de 2012
Praticas em Ciências I: Saberes populares x saberes cientificos
http://www.rotasaboresesaberes.tur.br/mossmann.htmlPraticas em Ciências I: Saberes populares x saberes cientificos: O conhecimento é algo que todos necessitam, é fundamental na vida do homem, pois torna a vida mais aceitável e efetiva. O conhecimento...
quinta-feira, 21 de junho de 2012
DICA:
F E S T A J U N I N A
Uma boa oportunidade para
resgatar os Saberes Populares
Projeto
Cultura Novabelenense:
Este projeto foi elaborado com objetivo de resgatar a cultura regional
do nosso município, já que esses costumes estão sendo esquecidos principalmente
pelo povo novabelenense e pouco conhecidos para o público mais jovem.
Resgatar a cultura e os valores da nossa região.
Toda a comunidade escolar
Tema:
Festa Junina.
Objetivo:
Valorizar o interesse pela cultura novabelenense.
Metodologia:
Pesquisa (levantamento de dados)
Resgatar Saberes Populares
Danças e músicas
Dramatizações
Leituras de cordel
Recursos:
Ornamentação do ambiente
Som e música
Comidas típicas
Artesanatos
Culminância:
Dramatizações, barracas típicas, quermesses, forro com quadrilha,
recital da poesia de Cordel.
Avaliação:
Desempenho
Criatividade
Envolvimento
Desejamos
que a festa junina traga mais fraternidade e alegria
ao
povo novabelenense!
GRUPO 8:
Neide Maria Vial
Laudicéia
Benício de Moraes Lopes
Quézia Ramos
do Espírito Santo e Silva
Valdinéia
Rosa de Morais Silva
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Conhecimento científico e
conhecimento popular
Quando tratam dos diferentes tipos de conhecimento, os manuais de
metodologia, ciência ou filosofia geralmente opõem o conhecimento científico às
formas de conhecimento popular, numa dicotomia aparentemente insuperável.
Há justificáveis razões para isso, afinal o conhecimento científico é sistemático,
factual e aproximadamente exato, enquanto o saber popular é
qualificado como subjetivo, assistemático, valorativo e inexato.
A ruptura entre conhecimento popular e científico (ou erudito e popular)
em nossa cultura é uma herança da revolução científica no Ocidente, desde
Copérnico, passando pelo pensamento inaugurador da modernidade, o Iluminismo.
Mesmo na pós-modernidade, quando se relativizam as certezas e a própria noção
de verdade, a ciência não perde seu papel central na cultura, atestando o saber
que pode ser reconhecido como válido ou legítimo.
No entanto, embora possamos apontar diferenças entre as duas
formas de saber, é preciso reconhecer que o primado do científico em detrimento
do popular é produto de um auto centrismo cultural, que invalida todo saber
produzido fora dos ambientes legítimos.
Dois exemplos, em dois ambientes diferentes: a sala de aula e o
consultório médico. No consultório, frequentemente se percebe o embate entre os
saberes popular (trazidos pelo paciente, sobretudo de camadas menos abastadas
da sociedade, com suas etiologias e receitas próprias para cura) e científico
(materializado pelo médico, detentor de um conhecimento legítimo que o autoriza
a diagnosticar e tratar). Na sala de aula, o professor também é detentor de um
conhecimento legítimo (domina um código particular, a linguagem escrita, e
também formas de saber-fazer) que se confronta com o saber do aluno, oriundo de
sua própria experiência, visão de mundo e cultura.
Felizmente, hoje,
as diversas áreas "canônicas" de saber (como educação e saúde) tem
procurado reintegrar os saberes populares, vendo-os como diferentes, mas não
necessariamente opostos. A área farmacêutica tem aprendido muito, para dar um
exemplo, com os conhecimentos tradicionais dos povos ameríndios. Da mesma
forma, a educação tem ampliado seu olhar para incorporar o diferente e perceber
que não há uma só "metodologia" possível.
Grupo 8
Quézia Ramos do Espírito Santo
Silva
Valdinéia Rosa de Moraes Silva
Laudicéia Benicio de Moraes Lopes
Neide Maria Vial
domingo, 17 de junho de 2012
SENSO COMUM E CONHECIMENTO CIENTÍFICO
Grupo
3:
"De nada valem as ideias sem homens que possam pô-las em
prática." [Karl Marx]
SENSO COMUM No seu dia-a-dia, o homem adquire espontaneamente um modo de entender e atuar sobre a realidade. Algumas pessoas, por exemplo, não passam por baixo de escadas, porque acreditam que dá azar; se quebrarem um espelho, sete anos de azar. Algumas confeiteiras sabem que o forno não pode ser aberto enquanto o bolo está assando, senão ele "embatuma", sabem também que a determinados pratos, feitos em banho-maria, devem-se acrescentar umas gotas de vinagre ou de limão para que a vasilha de alumínio não fique escura. Como aprenderam estas informações? Elas foram sendo passadas de geração a geração. Elas não só foram assimiladas, mas também transformadas, contribuindo assim para a compreensão da realidade. Assim, se o conhecimento é produto de uma prática que se faz social e historicamente, todas as explicações para a vida, para as regras de comportamento social, para o trabalho, para os fenômenos da natureza, etc., passam a fazer parte das explicações para tudo o que observamos e experienciamos. Todos estes elementos são assimilados ou transformados de forma espontânea. Por isso, raramente há questionamentos sobre outras possibilidades de explicações para a realidade. Acostumamo-nos a uma determinada compreensão de mundo e não mais questionamos; tornamo-nos "conformistas de algum conformismo". São inúmeros os exemplos presentes na vida social, construídos pelo "ouvi dizer", que formam uma visão de mundo fragmentada e assistemática. Mesmo assim, é uma forma usada pelo homem para tentar resolver seus problemas da vida cotidiana. Isso tudo é denominado de senso comum ou conhecimento espontâneo. Portanto, podemos dizer que o senso comum é o conhecimento acumulado pelos homens, de forma empírica, porque se baseia apenas na experiência cotidiana, sem se preocupar com o rigor que a experiência científica exige e sem questionar os problemas colocados justamente pelo cotidiano. Portanto, é também um saber ingênuo uma vez que não possui uma postura crítica. "Em geral, as pessoas percebem que existe uma diferença entre o conhecimento do homem do povo, às vezes até cheio de experiências, mas que não estudou, e o conhecimento daquele que estudou determinado assunto. E a diferença é que o conhecimento do homem do povo foi adquirido espontaneamente, sem muita preocupação com método, com crítica ou com sistematização. Ao passo que o conhecimento daquele que estudou algo foi obtido com esforço, usando-se um método, uma crítica mais pensada e uma organização mais elaborada dos conhecimentos.” (LARA, p 56, 1983). Porém, é importante destacar que o senso comum é uma forma válida de conhecimento, pois o homem precisa dele para encaminhar, resolver ou superar suas necessidades do dia-a-dia. Os pais, por exemplo, educam seus filhos mesmo não sendo psicólogos ou pedagogos, e nem sempre os filhos de pedagogos ou psicólogos são mais bem educados. O senso comum é ainda subjetivo ao permitir a expressão de sentimentos, opiniões e de valores pessoais quando observamos as coisas à nossa volta. Por exemplo: a) se uma determinada pessoa não nos agrada, mesmo que ela tenha um grande valor profissional, torna-se difícil reconhecer este valor. (Neste caso, a antipatia por esta determinada pessoa nos impede de reconhecer a sua capacidade) os hindus consideram a vaca um animal sagrado, enquanto nós, ocidentais, concebemos este animal apenas como um fornecedor de carne, leite, etc. Por essa razão os consideramos ignorantes e ridículos, pois tendemos a julgar os povos, que possuem uma cultura diferente da nossa, a partir do nosso entendimento valorativo. Levando-se em conta a reflexão feita até aqui, podemos considerar o senso comum como sendo uma visão de mundo precária e fragmentada. Mesmo possuindo o seu valor enquanto processo de construção do conhecimento, ele deve ser superado por um conhecimento que o incorpore, que se estenda a uma concepção crítica e coerente4 e que possibilite, até mesmo, o acesso a um saber mais elaborado, como as ciências sociais. CONHECIMENTO CIENTÍFICO Os Gregos, na antiguidade, buscavam através do uso da razão, a superação do mito ou do saber comum. O avanço na produção do conhecimento, conseguido por esses pensadores, foi estabelecer vínculo entre ciência e pensamento sistematizado (filosofia, sociologia...), que perdurou até o início da Idade Moderna. A partir daí, as relações dos homens tornaram-se mais complexas bem como toda a forma de produzir a sua sobrevivência. Gradativamente, houve um avanço técnico e científico, como a utilização da pólvora, a invenção da imprensa, a Física de Newton, a Astronomia de Galileu, etc. Foi no início do século XVII, quando o mundo europeu passava por profundas transformações, que o homem se tornou o centro da natureza (antropocentrismo). Acompanhando o movimento histórico, ele mudou toda a estrutura do pensamento e rompeu com as concepções de Aristóteles, ainda vigentes e defendidas pela Igreja, segundo as quais tudo era hierarquizado e imóvel, desde as instituições e até mesmo o planeta Terra. O homem passou, então, a ver a natureza como objeto de sua ação e de seu conhecimento, podendo nela interferir. Portanto, podia formular hipóteses e experimentá-las para verificar a sua veracidade, superando assim as explicações metafísicas e teológicas que até então predominavam. O mundo imóvel foi substituído por um universo aberto e infinito, ligado a uma unidade de leis. Era o nascimento da ciência enquanto um objeto específico de investigação, com um método próprio para o controle da produção do conhecimento. Portanto, podemos afirmar que o conhecimento científico é uma conquista recente da humanidade, pois tem apenas trezentos anos. Ele transformou-se numa prática constante, procurando afastar crenças supersticiosas e ignorância, através de métodos rigorosos, para produzir um conhecimento sistemático, preciso e objetivo que garanta prever acontecimento e agir de forma mais segura. Sendo assim, o que diferencia o senso comum do conhecimento científico é o rigor. Enquanto o senso comum é acrítico, fragmentado, preso a preconceitos e a tradições conservadoras, a ciência preocupa-se com as pesquisas sistemáticas que produzam teorias que revelem a verdade sobre a realidade, uma vez que a ciência produz o conhecimento a partir da razão. Desta forma, o cientista, para realizar uma pesquisa e torná-la científica, deve seguir determinados passos. Em primeiro lugar, o pesquisador deve estar motivado a resolver uma determinada situação-problema que, normalmente, é seguida , por algumas hipóteses. Usando sua criatividade, o pesquisador deve observar os fatos, coletar dados e então testar suas hipóteses, que poderão se transformar em leis e, posteriormente, ser incorporadas às teorias que possam explicar e prever os fenômenos. Porém, é fundamental registrar que a ciência não é somente acumulação de verdades prontas e acabadas. Neste caso, estaríamos refletindo sobre cientificismo e não ciência, mas tê-la como um campo sempre aberto às novas concepções e contestações sem perder de vista os dados, o rigor e a coerência e aceitando, que, o que prova que uma teoria é científica é o fato de ela ser falível e aceitar ser refutada. O CONHECIMENTO CIENTÍFICO PARA AUGUSTE COMTE Para Comte, o conhecimento científico é, baseado na observação dos fatos e nas relações entre fatos que são estabelecidas pelo raciocínio. Estas relações excluem tentativas de descobrir a origem, ou uma causa subjacente aos fenômenos, e são, na verdade, a descrição das leis que os regem. Comte afirma: "Nossas pesquisas positivas devem essencialmente reduzir-se, em todos os gêneros, à apreciação sistemática daquilo que é, renunciando a descobrir sua primeira origem e seu destino final". O conhecimento científico positivo, que estabelece as leis que regem os fenômenos de forma a refletir o modo como tais leis opera na natureza, tem, para Comte, ainda, duas características: é um conhecimento sempre certo, não se admitindo conjecturas, e é um conhecimento que sempre tem algum grau de precisão. Assim, Comte reforça a noção de que o conhecimento científico é um conhecimento que não admite dúvidas e indeterminações e desvincula-o de todo conhecimento especulativo. "Se, conforme a explicação precedente, as diversas ciências devem necessariamente apresentar uma precisão muito desigual, não resulta daí, de modo algum, sua certeza. Cada uma pode oferecer resultados tão certos como qualquer outra, desde que saiba encerrar suas conclusões no grau de precisão que os fenômenos correspondentes comportam condição nem sempre fácil de cumprir. Numa ciência qualquer, tudo o que é simplesmente conjectural é apenas mais ou menos provável, não está aí seu domínio essencial; tudo o que é positivo. isto é, fundado em fatos bem constatados, é certo - não há distinção a esse respeito".
Fragmento
Fonte: PALESTRA - RENATO RODRIGUES disponível em: http://www.sle.br/
Fonte: PALESTRA - RENATO RODRIGUES disponível em: http://www.sle.br/
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Em pesquisas feitas, encontramos este documento que visando contribuir para a construção de mecanismos de preservação da cultura popular, nos mostra relatos de idosos que nos mostram a sua cultura, que mesmo sem escolaridade demonstram imensa sabedoria popular.
A IDENTIDADE SOCIAL DO IDOSO: MEMÓRIA
E CULTURA POPULAR
Silvane Aparecida de Freitas
Maria Jacira da Costa
“ Na antiguidade, a cultura de um povo era transmitida de pai para filho, de geração para geração,apenas por meio da oralidade, sendo a memória humana que conservava as histórias, as crenças, os costumes das pessoas, de indivíduos que viveram, participaram dessa esfera cultural e outros fatos relatados por seus antepassados. No entanto, com as transformações pela qual a sociedade brasileira passou, devido ao processo de industrialização e aos avanços tecnológicos, a humanidade tem buscado novas conquistas e descobertas que trazem ao homem atual facilidades que os antigos não tinham.
Partimos do princípio que todo ser humano tem sua cultura e a promove na medida em que se comunica com o outro. Consideramos que a cultura das pessoas menos escolarizadas é rica em sabedoria popular, brotada do senso comum, da intuição, que é a origem do conhecimento erudito. Ao buscar compreender a identidade cultural de pessoas com mais de sessenta anos, queremos também refletir sobre a educação, bem como os mecanismos internalizados e as contribuições que nos trouxeram. Sabemos que uma grande parte dessa geração não possuía conhecimento escolarizado devido à política, ao sistema de exclusão, e a cultura da época não valorizava esse tipo de conhecimento, já que a leitura e a escrita eram privilégios de poucos.”
João Batista, de 65 anos, fala da influência da luta sobre a natureza e a importância disso em nossas vidas:
“Lá na roça a gente sabe quando está para chover, é só olhar para lua e observar o círculo em torno dela, se estiver longe, significa que a chuva está próxima, se for o contrário significa que a chuva está longe. As fases da lua interferem muito sobre os nossos atos, a lua rege a nossa vida.”
Sebastião Jacinto de 80 anos que é enfático ao dizer que apesar do avanço que o mundo deu, muitas coisas mudaram para pior; as pessoas não têm mais sossego, andam todas tristes, violentas.
“Naquele tempo não existia as tecnologias que existe hoje, por isso as pessoas tinham outra mentalidade, com o aparecimento da luz elétrica e tudo o que ela proporciona como a televisão, as notícias, a moda, as pessoas perderam o interesse nas reuniões de fim de tarde, onde se falava desde assuntos de família até as anedotas, as piadas, os versos, as histórias populares que como consequência ficaram esquecidas e foram substituídas pelas novelas e os causos da atualidade. A maneira como as pessoas se divertiam antigamente era outra, os namorados só se comunicavam por olhares, sinais e gestos, nem pegar na mão podia. Antigamente, o homem apaixonado escrevia cartas de amor, poesias, verso, fazia serenata, tudo para conquistara mulher amada. Os casamentos eram para a vida toda, e quando acontecia separação, a mulher ficava mal vista e ganhava nome de mulher àtoa.”
Geralda Ferreira, 74 anos, se espanta com as mudanças e julga o progresso como algo negativo que acabou com as coisas boas do passado. Ela desabafa:
“Quando demorava a chover faziam-se promessas para combater a seca o povo se reunia, saia pelos campos em oração, havia as penitências como carregar pedra na cabeça e colocar ao pé da cruz, a reza do terço e, as prossições até a igreja. No meu tempo a quaresma era uma época em que as pessoas se apegavam em oração e jejum, diziam que as forças do mal se manifestavam com mais intensidade. Por isso, aparecia lobisomem e mula sem-cabeça, não havia festas e bailes. Na Sexta- Feira Santa, tinha todo um ritual, não se praticava a ordenha nas vacas, porque segundo diziam, ao invés de leite sairia sangue, cobriam-se todos os espelhos por que se olhasse veria outra imagem refletida e não a sua. A páscoa era comemorada junto com os familiares e não
havia esse comércio de chocolate como hoje em dia, presenteava-se com ovos decorados simbolizando a ressurreição de Jesus.”
Campanha de Valorização do Idoso, Governo de Minas Gerais
Grupo 9:
domingo, 6 de maio de 2012
SABERES POPULARES E SABERES CIENTÍFICOS
Saberes
Populares e Saberes Científicos
Comodidade:
Certamente as pesquisas científicas sempre buscam melhorar as situações trazendo assim mais comodidade ás pessoas.
Realmente as pesquisas científicas levam as pessoas a produzirem mais conhecimentos, trazendo melhorias e transformações na sociedade. Deste modo esta sociedade estará se enriquecendo, se informando, o que certamente propiciará maior comodidade para a vida das pessoas.
Imagens:
As imagens nos retratam o passado o presente e a melhoria do mundo com a ajuda da ciência.
Através das imagens percebemos as transformações que ocorrem com o passar dos tempos e assim podemos refletir sobre o quanto essas mudanças influenciaram e influenciam nossas vidas.
Tecnologia:
Acho que a ciência aliada á tantas tecnologias 'facilita" a vida das pessoas em várias áreas, por um lado é bom pois ajuda a agilizar nossas atividades e com isso ganhamos tempo, por outro lado as pessoas vão ficando acomodadas.
Atualmente a tecnologia está presente em nosso cotidiano o tempo todo e em todos os lugares. Penso que ela é de extrema importância para o desenvolvimento da sociedade.
Os conhecimentos que se acumulam no nosso cotidiano, de geração para geração, representa assim o saber popular de um indivíduo ou de um grupo. O saber popular pode variar de uma pessoa ou grupo para outro, dependendo do meio em que se vive.
O saber popular é subjetivo, qualitativo, heterogêneo, individualizado, mas também generalizado e identifica ciência como magia, é o que as pessoas pensam que é verdade e nasce da experiência cotidiana.
Para algumas pessoas, o saber popular é inferior á ciência, porém por muito tempo, as pessoas sobreviveram sem a ciência.
Já o saber científico procura explicar os acontecimentos e fatos de maneira racional, clara, objetiva, simples, verdadeira, opondo-se assim ao saber popular. É um trabalho de investigação e pesquisa, baseado em métodos permitindo ao homem conhecer, dominar e transformar o mundo.
O saber científico é objetivo, quantitativo, homogêneo, generalizador, diferenciador e podemos citar alguns exemplos: aparentemente o sol move-se no céu, e podemos medir o tempo através desse movimento, mas na realidade, esse movimento 'aparente" do Sol é gerado pelo movimento de rotação da terra; os eclipses, terremotos, furações e outros fenômeno não são acontecimentos mágicos, pois podem ser explicados cientificamente, através das leis da física.
Assim, o saber popular e saber científico possuem a mesma necessidade básica, a necessidade de compreender o mundo para que se possa sobreviver e viver melhor.
Andréia Maria Alvarenga.
Certamente as pesquisas científicas sempre buscam melhorar as situações trazendo assim mais comodidade ás pessoas.
Realmente as pesquisas científicas levam as pessoas a produzirem mais conhecimentos, trazendo melhorias e transformações na sociedade. Deste modo esta sociedade estará se enriquecendo, se informando, o que certamente propiciará maior comodidade para a vida das pessoas.
Imagens:
As imagens nos retratam o passado o presente e a melhoria do mundo com a ajuda da ciência.
Através das imagens percebemos as transformações que ocorrem com o passar dos tempos e assim podemos refletir sobre o quanto essas mudanças influenciaram e influenciam nossas vidas.
Tecnologia:
Acho que a ciência aliada á tantas tecnologias 'facilita" a vida das pessoas em várias áreas, por um lado é bom pois ajuda a agilizar nossas atividades e com isso ganhamos tempo, por outro lado as pessoas vão ficando acomodadas.
Atualmente a tecnologia está presente em nosso cotidiano o tempo todo e em todos os lugares. Penso que ela é de extrema importância para o desenvolvimento da sociedade.
Os conhecimentos que se acumulam no nosso cotidiano, de geração para geração, representa assim o saber popular de um indivíduo ou de um grupo. O saber popular pode variar de uma pessoa ou grupo para outro, dependendo do meio em que se vive.
O saber popular é subjetivo, qualitativo, heterogêneo, individualizado, mas também generalizado e identifica ciência como magia, é o que as pessoas pensam que é verdade e nasce da experiência cotidiana.
Para algumas pessoas, o saber popular é inferior á ciência, porém por muito tempo, as pessoas sobreviveram sem a ciência.
Já o saber científico procura explicar os acontecimentos e fatos de maneira racional, clara, objetiva, simples, verdadeira, opondo-se assim ao saber popular. É um trabalho de investigação e pesquisa, baseado em métodos permitindo ao homem conhecer, dominar e transformar o mundo.
O saber científico é objetivo, quantitativo, homogêneo, generalizador, diferenciador e podemos citar alguns exemplos: aparentemente o sol move-se no céu, e podemos medir o tempo através desse movimento, mas na realidade, esse movimento 'aparente" do Sol é gerado pelo movimento de rotação da terra; os eclipses, terremotos, furações e outros fenômeno não são acontecimentos mágicos, pois podem ser explicados cientificamente, através das leis da física.
Assim, o saber popular e saber científico possuem a mesma necessidade básica, a necessidade de compreender o mundo para que se possa sobreviver e viver melhor.
Andréia Maria Alvarenga.
Postado pelo grupo: 6
Importância dos Saberes Populares
Escolhemos esse vídeo do trecho de uma reportagem exibida no programa Globo Repórter, pois ele trata justamente da importância e o resgate dos Saberes Populares para as ciências. Nós vemos nessa reportagem que os saberes populares do uso das ervas medicinais é levado para sala de aula assim não só os conservando, como deixando um legado para as próximas gerações.
Postagem do Grupo 7: Brunna Stefanya Leal Lima Cabral
Elisandra Flávia Souza e Silva
Letícia Rosângela de Andrade Santos Dutra
Rosimeire Rocha Lionel
sábado, 21 de abril de 2012
Saberes populares x saberes cientificos
O
conhecimento é algo que todos necessitam, é fundamental na vida do homem, pois
torna a vida mais aceitável e efetiva. O conhecimento só se torna possível por
meio da interação com a realidade. O conhecimento cientifico tem como objeto
estudar e esclarecer os fatos ocorridos no universo. Adquirir o conhecimento é
fundamental para que o individuo não seja oprimido, pois da mesma forma que o
conhecimento liberta ele também oprime. A ciência é um conjunto de
conhecimentos sobre fatos e aspectos da realidade, expresso por meio de uma
linguagem precisa e rigorosa. A ciência ocupa-se dos fenômenos que ocorrem na
natureza, dos objetos ideais e dos acontecimentos culturais. Então, é
fundamental conhecer a ciência, pois assim ela nos ajudará a entender com
clareza os acontecimentos do universo, que muitas vezes são de difícil
compreensão. Sem a ciência o homem não teria consciência de si e dos múltiplos
acontecimentos a sua volta. No entanto, à medida que o individuo obtém
conhecimento, ele se liberta da ignorância, e vai se tornando o “senhor da
situação”. No entanto, o conhecimento não é privilégio de alguns, mas de todo
ser humano. Pois o homem é o
único ser com a capacidade de pensar. Somos seres pensantes. Diferentemente da
ciência, o conhecimento popular é intuitivo, espontâneo, com forte inclinação
para erros, pois não é estudado, analisado e comprovado, por exemplo: quando
olhamos para o céu e afirmamos que irá chover, não se teve estudo algum em
relação a esta afirmação, mas se sabe que provavelmente choverá pelo simples
fato de o céu estar coberto de nuvens. A ciência tem uma explicação para este
fenômeno. Para isso, primeiramente o fenômeno foi estudado, as informações
foram recolhidas para serem analisadas e depois confirmadas. O mesmo não
acontece com o conhecimento popular.
Karla Freitas
sexta-feira, 20 de abril de 2012
 IMPOTÂNCIA DAS CIÊNCIAS.
Introdução
A Ciência é a responsável pelo desenvolvimento social, político, econômico e tecnológico de uma nação.
Se em uma nação tudo estiver voltado para sua educação, com certeza, a ciência deste país será a melhor do mundo, e conseqüentemente, este país será o mais desenvolvido . A educação de um país tem que ter "prática", pois não existe ciência sem que se pratique ciência.
O objetivo da ciência é buscar respostas para todas as coisas, e assim, acabar com as doenças que assolam uma nação e aumentar seu desenvolvimento tecnológico.
Este trabalho tem como objetivo mostrar a importância da ciência para a nação, através da Educação, da Física e do desenvolvimento tecnológico.
Ciência e Educação: Chaves para o desenvolvimento de uma nação
O objetivo principal da ciência é buscar conhecer o mundo e as leis que o regem, por este motivo ela está presente em todas as civilizações, porém em maior ou menor grau de desenvolvimento. Pôr que? Porque a educação varia muito de um país para o outro. Mas, o que a educação de uma nação tem a ver com seu desenvolvimento na ciência? A educação é a responsável em despertar o interesse de um indivíduo para resolver todos os problemas da sociedade em que vive. Portanto, se tudo em um país estiver centralizado em sua educação, ele terá um desenvolvimento social, político, econômico e tecnológico muito bom. Um exemplo que confirma isto, são os países desenvolvidos, pois eles investem muito em educação, e devido a isto, a maioria das descobertas científicas, são de suas responsabilidades. O Japão provou ser a educação importantíssima para seu desenvolvimento, pois após a Segunda Guerra Mundial, quando sua estrutura econômica e social estava destruída, em quarenta anos ele se reergueu e hoje é uma grande potência. Isto não ocorreu somente por que os Estados Unidos lhe emprestou dinheiro, pois se fosse devido a isto, o Brasil seria uma das nações mais desenvolvidas no mundo, mas sim, devido ao lugar que este dinheiro foi aplicado, que foi na educação.
Para que a educação em uma nação seja de alto nível, é necessário que ela tenha "prática", para atingir seus objetivos. Vamos explicar de uma maneira mais simples: suponha que você está em um curso de natação e tenha apenas aulas teóricas, aprendendo quais os movimentos que se devem fazer exercícios, etc... . Você aprendeu alguma coisa? Sem dúvida você aprendeu muito, porém o principal objetivo de um curso de natação, que é aprender a nadar, você não aprendeu. E assim também é com a ciência, não existe ciência sem praticá-la.
Dependendo como a humanidade utiliza o desenvolvimento descoberto pelos cientistas, a ciência pode ajudar os povos, como pode destruí-los, por exemplo, as armas nucleares, se o homem não souber utilizá-la para seu bem, o mundo inteiro pode ser destruído . Mas, devemos nos lembrar que a ciência tem muita "coisa boa" e que com a tecnologia que ela nos proporciona, podemos fazer coisas que até à alguns anos atrás pareciam impossíveis. Devemos nos lembrar que todo este desenvolvimento mantém uma característica da ciência, que é a de não abandonar o conhecimento do passado, ou seja, toda tecnologia que temos hoje foi desenvolvida com base em princípios descobertos no passado. Deste modo, os cientistas estão sempre aprimorando e descobrindo novas tecnologias, que causarão grandes influências na sociedade, podendo modificá-la dramaticamente. A televisão é um exemplo disto, percebe-se que antes da década de setenta, a sociedade, de um modo geral, tinha idéias morais, intelectuais e políticas, totalmente diferentes da sociedade que temos hoje .Por causa disto, os cientistas devem ter consciência de suas responsabilidades perante o mundo, lembrando que ele e sua posteridade também podem sofrer os impactos que a ciência produz.
A ciência está nas mãos de pessoas que possuem educação e desejo de mudar o mundo em que vivem, pessoas que têm a capacidade de ler, escrever, fazer contas e que utilizam a lógica de pensamento.
Um dos cientistas que mais deixou descobertas tecnológicas para a sociedade atual, foi Leonardo Da Vince, que além de pintor era um grande inventor, criando projetos de helicópteros, tanques de guerra, asa delta, instrumentos musicais, salva vidas, etc... . Quando ele viveu em Milão, construiu um sistema de abastecimento de água e esgoto, estudou perspectiva, ótica e anatomia.
Um dos ramos principais da ciência que é responsável por todo o desenvolvimento tecnológico deste o começo do mundo, é a física. Foi através da física que hoje temos carros, aviões, helicópteros, telescópio, satélites, ônibus espacial, televisão, rádio, armas, bombas, trens e muitas outras coisas, e é através da mesma que hoje estamos melhorando essas descobertas, pois já temos metrôs que flutuam devido ao magnetismo, temos aviões muito mais rápidos e confortáveis. Devemos lembrar que é devido a física que descobrimos os movimentos da Terra e assim estabelecemos um sistema de horas para dividir nosso tempo, e é através dela que podemos estudar outros planetas, galáxias e estrelas.
O Desenvolvimento da ciência no Brasil
Embora a educação no Brasil não seja das melhores, com muita dificuldade, a ciência no país vem se desenvolvendo.
Nos primeiros séculos do país, o governo se dedicava um pouco mais na educação, porém a maioria do povo era analfabeto, e somente os que eram de uma classe social mais alta é que tinham acesso a educação primária, secundária e terciária.
A primeira obra científica feita no Brasil foi publicada em 1648, de autoria de Guilherme Piso e George Marc Graf, contendo observações interessantes sobre a medicina, a Flora e a Fauna.
Os estudos científicos no país, principalmente no aspecto prático, foram maiores com a criação de vários institutos de pesquisa, dos quais os principais são: Instituto Bacteriológico, fundado em São Paulo, em 1892, Policlínica do Rio de Janeiro, em 1889, fundada por um grupo de médicos, laboratório de Higiene, da faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, fundado em 1882, o Instituto de Manguinhos (hoje Osvaldo Cruz), criado no Rio de Janeiro em 1901, o Museu Paulista, fundado em 1893, cujo primeiro diretor foi um zoólogo alemão e o Instituto Biológico de São Paulo, criado em 1928.
A Tecnologia no Brasil
A tecnologia no Brasil foi e está sendo introduzida, desde o fim do século dezenove, com a criação das primeiras escolas de engenharia, pois elas influenciaram plenamente na construção de ferrovias, na engenharia civil, na mecânica, na mineração, na industria e nas comunicações em geral.
O primeiro telefone que apareceu no Brasil, foi em 1876, no Rio de Janeiro. Foi instalado no palácio de S. Cristovão.
A primeira transmissão radiofônica brasileira se deu em 7 de setembro de 1922, no Rio de Janeiro. Tornou-se efetiva a radiodifusão no Brasil a partir de 1923, quando foi fundada a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro.
O nascimento oficial da televisão brasileira, se deu pela inauguração da TV Tupi de São Paulo, em setembro de 1950.
Enviado pelo GRUPO 5
A Ciência é a responsável pelo desenvolvimento social, político, econômico e tecnológico de uma nação.
Se em uma nação tudo estiver voltado para sua educação, com certeza, a ciência deste país será a melhor do mundo, e conseqüentemente, este país será o mais desenvolvido . A educação de um país tem que ter "prática", pois não existe ciência sem que se pratique ciência.
O objetivo da ciência é buscar respostas para todas as coisas, e assim, acabar com as doenças que assolam uma nação e aumentar seu desenvolvimento tecnológico.
Este trabalho tem como objetivo mostrar a importância da ciência para a nação, através da Educação, da Física e do desenvolvimento tecnológico.
O objetivo principal da ciência é buscar conhecer o mundo e as leis que o regem, por este motivo ela está presente em todas as civilizações, porém em maior ou menor grau de desenvolvimento. Pôr que? Porque a educação varia muito de um país para o outro. Mas, o que a educação de uma nação tem a ver com seu desenvolvimento na ciência? A educação é a responsável em despertar o interesse de um indivíduo para resolver todos os problemas da sociedade em que vive. Portanto, se tudo em um país estiver centralizado em sua educação, ele terá um desenvolvimento social, político, econômico e tecnológico muito bom. Um exemplo que confirma isto, são os países desenvolvidos, pois eles investem muito em educação, e devido a isto, a maioria das descobertas científicas, são de suas responsabilidades. O Japão provou ser a educação importantíssima para seu desenvolvimento, pois após a Segunda Guerra Mundial, quando sua estrutura econômica e social estava destruída, em quarenta anos ele se reergueu e hoje é uma grande potência. Isto não ocorreu somente por que os Estados Unidos lhe emprestou dinheiro, pois se fosse devido a isto, o Brasil seria uma das nações mais desenvolvidas no mundo, mas sim, devido ao lugar que este dinheiro foi aplicado, que foi na educação.
Para que a educação em uma nação seja de alto nível, é necessário que ela tenha "prática", para atingir seus objetivos. Vamos explicar de uma maneira mais simples: suponha que você está em um curso de natação e tenha apenas aulas teóricas, aprendendo quais os movimentos que se devem fazer exercícios, etc... . Você aprendeu alguma coisa? Sem dúvida você aprendeu muito, porém o principal objetivo de um curso de natação, que é aprender a nadar, você não aprendeu. E assim também é com a ciência, não existe ciência sem praticá-la.
Dependendo como a humanidade utiliza o desenvolvimento descoberto pelos cientistas, a ciência pode ajudar os povos, como pode destruí-los, por exemplo, as armas nucleares, se o homem não souber utilizá-la para seu bem, o mundo inteiro pode ser destruído . Mas, devemos nos lembrar que a ciência tem muita "coisa boa" e que com a tecnologia que ela nos proporciona, podemos fazer coisas que até à alguns anos atrás pareciam impossíveis. Devemos nos lembrar que todo este desenvolvimento mantém uma característica da ciência, que é a de não abandonar o conhecimento do passado, ou seja, toda tecnologia que temos hoje foi desenvolvida com base em princípios descobertos no passado. Deste modo, os cientistas estão sempre aprimorando e descobrindo novas tecnologias, que causarão grandes influências na sociedade, podendo modificá-la dramaticamente. A televisão é um exemplo disto, percebe-se que antes da década de setenta, a sociedade, de um modo geral, tinha idéias morais, intelectuais e políticas, totalmente diferentes da sociedade que temos hoje .Por causa disto, os cientistas devem ter consciência de suas responsabilidades perante o mundo, lembrando que ele e sua posteridade também podem sofrer os impactos que a ciência produz.
A ciência está nas mãos de pessoas que possuem educação e desejo de mudar o mundo em que vivem, pessoas que têm a capacidade de ler, escrever, fazer contas e que utilizam a lógica de pensamento.
Um dos cientistas que mais deixou descobertas tecnológicas para a sociedade atual, foi Leonardo Da Vince, que além de pintor era um grande inventor, criando projetos de helicópteros, tanques de guerra, asa delta, instrumentos musicais, salva vidas, etc... . Quando ele viveu em Milão, construiu um sistema de abastecimento de água e esgoto, estudou perspectiva, ótica e anatomia.
Um dos ramos principais da ciência que é responsável por todo o desenvolvimento tecnológico deste o começo do mundo, é a física. Foi através da física que hoje temos carros, aviões, helicópteros, telescópio, satélites, ônibus espacial, televisão, rádio, armas, bombas, trens e muitas outras coisas, e é através da mesma que hoje estamos melhorando essas descobertas, pois já temos metrôs que flutuam devido ao magnetismo, temos aviões muito mais rápidos e confortáveis. Devemos lembrar que é devido a física que descobrimos os movimentos da Terra e assim estabelecemos um sistema de horas para dividir nosso tempo, e é através dela que podemos estudar outros planetas, galáxias e estrelas.
Embora a educação no Brasil não seja das melhores, com muita dificuldade, a ciência no país vem se desenvolvendo.
Nos primeiros séculos do país, o governo se dedicava um pouco mais na educação, porém a maioria do povo era analfabeto, e somente os que eram de uma classe social mais alta é que tinham acesso a educação primária, secundária e terciária.
A primeira obra científica feita no Brasil foi publicada em 1648, de autoria de Guilherme Piso e George Marc Graf, contendo observações interessantes sobre a medicina, a Flora e a Fauna.
Os estudos científicos no país, principalmente no aspecto prático, foram maiores com a criação de vários institutos de pesquisa, dos quais os principais são: Instituto Bacteriológico, fundado em São Paulo, em 1892, Policlínica do Rio de Janeiro, em 1889, fundada por um grupo de médicos, laboratório de Higiene, da faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, fundado em 1882, o Instituto de Manguinhos (hoje Osvaldo Cruz), criado no Rio de Janeiro em 1901, o Museu Paulista, fundado em 1893, cujo primeiro diretor foi um zoólogo alemão e o Instituto Biológico de São Paulo, criado em 1928.
A tecnologia no Brasil foi e está sendo introduzida, desde o fim do século dezenove, com a criação das primeiras escolas de engenharia, pois elas influenciaram plenamente na construção de ferrovias, na engenharia civil, na mecânica, na mineração, na industria e nas comunicações em geral.
O primeiro telefone que apareceu no Brasil, foi em 1876, no Rio de Janeiro. Foi instalado no palácio de S. Cristovão.
A primeira transmissão radiofônica brasileira se deu em 7 de setembro de 1922, no Rio de Janeiro. Tornou-se efetiva a radiodifusão no Brasil a partir de 1923, quando foi fundada a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro.
O nascimento oficial da televisão brasileira, se deu pela inauguração da TV Tupi de São Paulo, em setembro de 1950.
Trabalho de Observação de Imagens
Esta semana trabalhamos a observação de imagens em Ciências.
"Ao professor cabe selecionar, organizar e problematizar conteúdos de modo a promover um avanço no desenvolvimento intelectual do aluno, na sua construção como ser social." (PCN's)
A prática de utilizar imagens para observação nas aulas de Ciências deve contribuir para capacitar o aluno a :
- Obter informações;
- Criar dúvidas para posteriormente procurar esclarecê-las;
- Enriquecer as experiências que realizam;
- Desenvolver habilidades;
- Formar bons hábitos;
- Desenvolver o espírito científico.
A observação da imagem pelo aluno desperta o interesse a buscar outras informações sobre aquilo que ele vê, criando assim um processo de pesquisa para esclarecimento de dúvidas posteriores. Neste ponto a criança passará a comparar os conhecimentos que já possuía, consolidando seu potencial já existente com a nova aprendizagem.
Dessa forma o professor poderá trabalhar com os conceitos populares do aluno e introduzir o conceito científico.
Muitos são os assuntos que podem ser abordados dependendo da observação da imagem. O professor deverá estabelecer um roteiro, um planejamento e objetivos bem claros, para que seja despertado no aluno um desejo de conhecer e respeitar a Ciências.
Objetivos da observação de imagens
- Facilitar a percepção e compreensão dos alunos;
- Contribuir para a melhor fixação da aprendizagem;
- Incentivar atividades didáticas;
- Tornar o estudo mais interessante;
- Favorecer processos mentais: observação, comparação, análise e síntese.
GRUPO 4
Ana Maria Shepierski Monteiro Pereira.
Anna Cristhina Pereira Carneiro Jório.
Maria Madalena Teixeira Marino.
Andréia Rosa Soares.
sábado, 7 de abril de 2012
Descobertas científicas mais importantes da década
Descobertas científicas mais importantes da década
14/12/2010
1 – Genoma humano é decodificado
No ano 2000 o consórcio público internacional chamado Projeto Genoma Humano, dirigido pelo geneticista Francis Collins, divulgou o sequenciamento do genoma humano. O trabalho teve e tem vários desdobramentos de enorme importância como ajudar cientistas a desenvolverem medicamentos potentes para certos tipos de câncer e testes que ajudam a identificar o Alzheimer. Vale ressaltar que o sequenciamento completo do genoma só foi obtido em 2003.
2 – Água em Marte
Em 31 de julho de 2008, a Nasa anunciou a descoberta de água em Marte pela sonda Phoenix. Durante a exploração do solo marciano, o braço robótico da Phoenix colocou amostras de gelo em um instrumento que detectou a presença de moléculas de H2O. A existência de água em Marte é um indício de que pode haver vida, ainda que simples, nesse planeta. Além disso, a descoberta é um triunfo tecnológico devido à sofisticação dos aparelhos utilizados.
3 – Ancestral mais antigo do ser humano
A descoberta de uma criatura que pode ser o mais antigo ancestral direto do homem foi anunciada, em 2009, por uma equipe internacional de cientistas, na revista “Science”. Os fósseis, da espécie Ardipithecus ramidus, haviam sido encontrados em 1992, na Etiópia. Porém, foi somente em 2009, que seu significado foi compreendido e a importância confirmada. O espécime mais importante é uma fêmea de 1,2 metro, com 4,4 milhões de anos, batizado de “Ardi”, que não é nem um chimpanzé nem um humano.
4 – Células-troncos podem ser obtidas sem embrião
Cientistas dos EUA e do Japão, trabalhando independentemente, inseriram quatro novos genes em fibroblastos, células adultas da pele, permitindo que eles se reprogramassem e passassem a se comportar como células-tronco embrionárias, que podem diferenciar-se em vários tipos de tecidos. A descoberta foi anunciada em novembro de 2007, pelos líderes das equipes. Os estudos podem derrubar o principal obstáculo ético e legal para a obtenção dese tipo de células: o uso de embriões humanos. Essas células podem ser fonte de tratamento para uma grande quantidade de doenças e outros problemas de saúde.
5 – Plutão deixa de ser um planeta
Em 2006, a União Astronômica Internacional rebaixou Plutão para uma divisão inferior de objetos do Sistema Solar, dando-lhe o apelido de “planeta-anão”. Para a IAU (sigla em inglês), um planeta tem massa suficiente para ficar isolado em sua órbita. Ao longo de sua formação e evolução, o planeta “limpa” a região ao seu redor. Isso não acontece com Plutão, pois há vários objetos a sua volta. Além disso, seu tamanho – 2.300 quilômetros de diâmetro – também contribuiu para o rebaixamento.
6 – Descoberta de exoplaneta semelhante à Terra
Astrônomos europeus anunciaram, em abril de 2009, a descoberta do menor planeta já encontrado fora do Sistema Solar. O exoplaneta (ou planeta extrassolar) tem aproximadamente duas vezes a massa da Terra e recebeu o nome de Gliese 581e. Ele integra um sistema de quatro planetas que giram ao redor de uma pequena estrela na constelação de Libra, a 20 anos-luz de distância do nosso sistema solar. A descoberta é muito importante, uma vez que dos 340 exoplanetas já descobertos, quase todos são gigantes gasosos.
7 – Células da medula óssea podem provocar metástases
Em 2005, pesquisadores da Universidade de Cornell (EUA), sob a liderança de David Lyden, mostraram que o grupo de células não transformadas da medula óssea está envolvido na ocorrência de futuras metástases. Estimulado pelo tumor, essas células dirigem-se aos vasos sanguíneos, onde se associam a outras células, criando um nicho que proporciona às células tumorais um local de fixação e nutrientes para sua multiplicação. A identificação dessas células permitirá o desenvolvimento de tratamentos que evitem a recorrência do câncer.
8 – Braço mecânico controlado por mente de macaco
Pesquisadores da Universidade Duke (EUA) anunciaram em outubro de 2003 a implantação de eletrodos no cérebro de macacos, que lhes permitiu mover um braço mecânico apenas com sinais nervosos. A criação é o primeiro passo para a incorporação de equipamentos eletrônicos ao tratamento de doenças, o que poderá ajudar na recuperação de pessoas paralíticas ou que sofreram derrame cerebral.
9 – Descoberta do grafeno
O Prêmio Nobel de Física 2010 foi atribuído a dois cientistas de origem russa, André Geim e Konstantin Novoselov, da Universidade de Manchester, no Reino Unido. Usando um pedaço de fita adesiva, um lápis e uma corrente elétrica, eles descobriram em 2004 o grafeno, uma forma revolucionária do grafite. O novo material supera consideravelmente em rapidez os transistores clássicos de silício, podendo ser usado na fabricação de computadores mais eficazes. O grafeno é o melhor condutor de calor conhecido até hoje.
10 – Criação de bactéria controlada por um genoma sintético
Em maio de 2010, o grupo de pesquisadores do geneticista norte-americano Craig Venter anunciou a criação de uma bactéria, a Mycoplasma mycoides, a primeira célula controlada por um genoma sintético, composto por 1,08 milhão de pares de bases dispostas em um único cromossomo. A partir da invenção, podem ser realizados estudos para a produção de micro-organismos artificiais para serem usados na produção de vacinas e biocombustíveis, para descontaminar águas poluídas, entre outras aplicações.
Fonte Uol
Disponível em http://blogdovestiba.pucpr.br/2010/12/14/descobertas-cientificas-mais-importantes-da-decada/
Grecelene grupo 2
quinta-feira, 5 de abril de 2012
O que é Ciências?
A palavra ciência significa capacidade de interpretar fenômenos por vias racionais e capazes de serem justificados com bases materiais. É por isso que ela (a ciência) engloba uma serie de fenômenos investigativos que têm em vista dar a ênfase ao seu caracter investigativo e racional.
A palavra ciência significa capacidade de interpretar fenômenos por vias racionais e capazes de serem justificados com bases materiais. É por isso que ela (a ciência) engloba uma serie de fenômenos investigativos que têm em vista dar a ênfase ao seu caracter investigativo e racional.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Uma parceria que deu certo !!!
Não tenho duvida de que esta imagem traduz minha opinião sobre ciência e educacão!!!! Afinal elas se completam...
Charlem Candida de Paula
Charlem Candida de Paula
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